O imaginário e as representações da morte e dos cemitérios para a sociedade de Bagé

MICHEL ALVES, Luiza Batista, Taiana Carvalho, CLARISSE ISMERIO

Resumo


O tema da morte e dos cemitérios são, ainda hoje, considerados como grades tabus. Isso ocorre devido a necessidade de negar a única certeza que temos na vida, a de que um dia iremos morrer. Diante do que foi exposto buscamos desenvolver uma pesquisa cujo objetivo é analisar as representações da morte e dos cemitérios sob a perspectiva histórica e do imaginário social. Trata-se de uma pesquisa histórica, na qual a base teórica foi estruturada na História Cultural e na teoria de Jung, referente aos arquétipos e representações simbólicas. A abordagem do problema está sendo abordada de forma quantitativa, sendo os dados coletados através de questionários fechados, compostos por questões de múltipla escolha, para identificar as representações e os símbolos presentes no imaginário da população de Bagé, referente à morte e o cemitério. Contando com uma amostra de 75 num universo de 182, correspondentes a 1% da população de Bagé calculado a partir do cálculo de Barbeta. Num segundo momento, serão selecionados, entre os respondentes, 15 pessoas para participarem de uma entrevista semiestruturada. Nesse momento agregamos a metodologia da História Oral para analisar e comparar os depoimentos dos respondentes escolhidos sob a ótica do contexto social, político, econômico e cultural. Os resultados são ainda parciais, pois até o momento foram tabulados 75 questionários dos quais pode se aferir que sobre o conhecimento são os de que 60% dos respondentes considera a morte o início de uma nova jornada, e o de que 61% trata o assunto da morte com as crianças de forma natural.

Palavras-chave


arte cemiterial; imaginário; morte.

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